Práticas comerciais éticas — as linhas que não cruzamos
Política anticorrupção, registo de conflitos de interesse, regras de ofertas e hospitalidade — aplicadas a vendas e procurement em Portugal.
Anticorrupção — alinhado com UK Bribery Act e FCPA
Tolerância zero para facilitation payments. Todos os vendedores assinam declaração anticorrupção anualmente. Pedidos de pagamento suspeitos escalados para o compliance officer em 24 horas.
Conflitos de interesse — registo e recusa
Cada colaborador declara partes relacionadas, negócios secundários, relações familiares com fornecedores/clientes. Os conflitos despoletam recusa de aprovações de PO ou vetting de fornecedores. Registo revisto trimestralmente.
Ofertas e hospitalidade — limites e disclosure
Limite máximo em ofertas individuais. Acima do limite requer pré-aprovação do gestor. Todas as ofertas acima de pequena soma de minimis registadas. Hospitalidade (refeições, eventos) registada quando acima dos limites.
Portugal — contexto local
Cultura empresarial portuguesa e limites aplicáveis. Faturação IVA 23% via Portal das Finanças (AT) — todas as transações rastreáveis até à fatura. Equipa de vendas em Lisboa formada localmente sobre o que é normal vs não normal em Portugal.
FAQ
E se um cliente pedir uma luva?
Recusar, documentar, escalar para compliance. Relação cliente escalada para a liderança. Não cederemos — abandonamos negócios antes de pagar subornos.
Limite de hospitalidade — qual é?
Definido por país e função. Limites específicos publicados no handbook de colaborador. Acima do limite requer pré-aprovação e entra no registo.
Proteção de whistleblower?
Sim — canal confidencial, política anti-retaliação, intake terceiro disponível.
Cadência de formação?
Formação anual obrigatória para todos os colaboradores, refresher trimestral para sales/procurement.
Auditoria de compliance?
Auditoria interna anual, auditoria externa a cada 3 anos como parte das certificações ISO.